Um grande jogo. Esta frase inicial resume bem o confronto HAWAI x VILA REAL de Rio Grande, realizado na tarde do dia 18 de abril, na Chácara das Camélias.
Em função de alguns desfalques, sobretudo, dos volantes e obedecendo ao critério da assiduidade, a equipe verde e branca nortense foi a campo, inicialmente, um pouco descaracterizada em seu meio-campo, o que custou-lhe caro no início de jogo. Precisamente aos vinte e dois segundos de partida, em uma bola alçada pelo lado direito de ataque o time visitante abre o escore, evidenciando a dificuldade do embate. Nem tínhamos respirado e o marcador já nos contrariava. Alguns suplentes nem viram o gol direito. Os minutos foram passando e o Vila Real tomando conta da meia cancha, passando a construir várias oportunidades de gol. Com um volume de jogo infinitamente superior, aos 15 minutos da etapa inicial, o visitante já estabelecia 2 gols de vantagem, o que desnorteou o Hawai, que já não estava bem. O meio-campo não tinha capacidade de marcação, em função das ausências já mencionadas, além delas há que se destacar ainda, a do Zé Maria que está machucado e é um dos principais articuladores do time, mas além destas dificuldades, errávamos muitos passes e estávamos mal distribuídos em campo. Aos vinte minutos iniciais o Hawai começou, a partir das alterações, a mudar a postura. Entraram o Cezar no meio, o Vítor na ala esquerda e o Chico na direita. Nos encontramos principalmente na retenção de bola e uma evidente melhora na troca de passes, porém o rápido ataque adversário continuava a incomodar nossa defesa, que sofreu bastante na primeira etapa, porque atuou muito desprotegida. Para nossa tristeza tomamos o terceiro gol e parecia que a maionese ia desandar. Entretanto, o time começou a se aglutinar no meio e na sua característica marcante a explorar os seus rápidos atacantes Marquinho e Teno, que começaram a levar vantagem. Diminuímos o escore, ainda na etapa inicial, de pênalti, assinalado pelo FÃO que arbitrou o jogo muito bem. Fomos para o intervalo com um placar adverso de 1 x 3, mas o qualificado time adversário dava sinais de cansaço, o que prometia um segundo tempo franco, aberto e de múltiplas possibilidades. E de fato foi o que aconteceu. A SENSACIONAL VIRADA DO HAWAI.
Começamos a virar o jogo no intervalo, quando o grupo conversou e fizemos alguns ajustes na defesa e no meio, o que aliado ao ritmo menos intenso do adversário fez com que nossa equipe crescesse a ponto de construir coletivamente a grande virada. O adjetivo é esse, pela forma como ela foi construída, basicamente em jogadas trabalhadas onde houve transição em praticamente todos os setores, chegando com qualidade à frente para que nossos qualificados atacantes definissem com perfeição e estabelecessem gol em cima de gol para consolidar a maiúscula vitória frente a forte e leal equipe adversária.
É bem verdade que algumas individualidades do Hawai se destacaram bastante, como o Vitor que jogou muito na quarta-zaga, o Valtinho grande destaque do segundo tempo, a medida que começou a se desvencilhar da bola com rapidez e qualidade, pois acertou lançamentos precisos, pifando os eficazes Marquinho e Teno, que mais uma vez foram simplesmente decisivos. Se o Valtinho jogar sempre assim, distribuindo o jogo com celeridade, obrigatoriamente será titular incontestável. Não posso deixar de destacar também a bela atuação do Peixe que literalmente flutou por todos os setores da equipe, jogando quase sempre de primeira e errando pouquíssimos passes. E o Jaislon que joga muito e é uma grande figura. Mesmo não estando em um dia inspirado, cresceu muito com o time na etapa final, correndo uma barbaridade, aparecendo pro jogo e largando a bola com rapidez. É bem verdade que começamos a mudar com a entrada dele, do camisa dez, do Cezar. Esse não precisa falar. Toca curto, bom passe, lança uma barbaridade, baita jogador.
E o que parecia impossível aconteceu. Viramos o jogo. O Marquinho fez o segundo, o terceiro foi contra em uma jogada que iniciou lá atrás e que simbolizou a pegada do time e o Teno, numa grande jogada do Marquinho, que inteligentemente o deixou na cara do gol, com calma Teno invadiu a área, colocou no canto esquerdo do goleiro e partiu para o abraço, decretando a virada.
O Hawai foi a campo e venceu de forma emblemática com: Maicon Silveira, Mancha, Jaílson Paulo Sérgio e Mateus; Mainar, Valtinho, Jaislon e Vlad; Teno e Marquinho.
Entraram ainda: Chico, Vítor, Peixe, Cezar, Roginho e Ernani, o aniversariante da tarde e presenteado com uma grande vitória verde e branca. Ele não jogou porque está contundido, mas deu um belo exemplo do que é fazer parte do grupo. Falo do goleiro titular Maicon, que estava lá gritando, orientando e torcento pelo time.
A arbitragem ficou a cargo do FÃO que comportou-se muito bem, sem nenhuma responsabilidade no placar. Atuação discreta e eficiente.
Gols: Marquinho (2), Teno (1) e Contra (1).
Destaque: Valtinho.
Em função de alguns desfalques, sobretudo, dos volantes e obedecendo ao critério da assiduidade, a equipe verde e branca nortense foi a campo, inicialmente, um pouco descaracterizada em seu meio-campo, o que custou-lhe caro no início de jogo. Precisamente aos vinte e dois segundos de partida, em uma bola alçada pelo lado direito de ataque o time visitante abre o escore, evidenciando a dificuldade do embate. Nem tínhamos respirado e o marcador já nos contrariava. Alguns suplentes nem viram o gol direito. Os minutos foram passando e o Vila Real tomando conta da meia cancha, passando a construir várias oportunidades de gol. Com um volume de jogo infinitamente superior, aos 15 minutos da etapa inicial, o visitante já estabelecia 2 gols de vantagem, o que desnorteou o Hawai, que já não estava bem. O meio-campo não tinha capacidade de marcação, em função das ausências já mencionadas, além delas há que se destacar ainda, a do Zé Maria que está machucado e é um dos principais articuladores do time, mas além destas dificuldades, errávamos muitos passes e estávamos mal distribuídos em campo. Aos vinte minutos iniciais o Hawai começou, a partir das alterações, a mudar a postura. Entraram o Cezar no meio, o Vítor na ala esquerda e o Chico na direita. Nos encontramos principalmente na retenção de bola e uma evidente melhora na troca de passes, porém o rápido ataque adversário continuava a incomodar nossa defesa, que sofreu bastante na primeira etapa, porque atuou muito desprotegida. Para nossa tristeza tomamos o terceiro gol e parecia que a maionese ia desandar. Entretanto, o time começou a se aglutinar no meio e na sua característica marcante a explorar os seus rápidos atacantes Marquinho e Teno, que começaram a levar vantagem. Diminuímos o escore, ainda na etapa inicial, de pênalti, assinalado pelo FÃO que arbitrou o jogo muito bem. Fomos para o intervalo com um placar adverso de 1 x 3, mas o qualificado time adversário dava sinais de cansaço, o que prometia um segundo tempo franco, aberto e de múltiplas possibilidades. E de fato foi o que aconteceu. A SENSACIONAL VIRADA DO HAWAI.
Começamos a virar o jogo no intervalo, quando o grupo conversou e fizemos alguns ajustes na defesa e no meio, o que aliado ao ritmo menos intenso do adversário fez com que nossa equipe crescesse a ponto de construir coletivamente a grande virada. O adjetivo é esse, pela forma como ela foi construída, basicamente em jogadas trabalhadas onde houve transição em praticamente todos os setores, chegando com qualidade à frente para que nossos qualificados atacantes definissem com perfeição e estabelecessem gol em cima de gol para consolidar a maiúscula vitória frente a forte e leal equipe adversária.
É bem verdade que algumas individualidades do Hawai se destacaram bastante, como o Vitor que jogou muito na quarta-zaga, o Valtinho grande destaque do segundo tempo, a medida que começou a se desvencilhar da bola com rapidez e qualidade, pois acertou lançamentos precisos, pifando os eficazes Marquinho e Teno, que mais uma vez foram simplesmente decisivos. Se o Valtinho jogar sempre assim, distribuindo o jogo com celeridade, obrigatoriamente será titular incontestável. Não posso deixar de destacar também a bela atuação do Peixe que literalmente flutou por todos os setores da equipe, jogando quase sempre de primeira e errando pouquíssimos passes. E o Jaislon que joga muito e é uma grande figura. Mesmo não estando em um dia inspirado, cresceu muito com o time na etapa final, correndo uma barbaridade, aparecendo pro jogo e largando a bola com rapidez. É bem verdade que começamos a mudar com a entrada dele, do camisa dez, do Cezar. Esse não precisa falar. Toca curto, bom passe, lança uma barbaridade, baita jogador.
E o que parecia impossível aconteceu. Viramos o jogo. O Marquinho fez o segundo, o terceiro foi contra em uma jogada que iniciou lá atrás e que simbolizou a pegada do time e o Teno, numa grande jogada do Marquinho, que inteligentemente o deixou na cara do gol, com calma Teno invadiu a área, colocou no canto esquerdo do goleiro e partiu para o abraço, decretando a virada.
O Hawai foi a campo e venceu de forma emblemática com: Maicon Silveira, Mancha, Jaílson Paulo Sérgio e Mateus; Mainar, Valtinho, Jaislon e Vlad; Teno e Marquinho.
Entraram ainda: Chico, Vítor, Peixe, Cezar, Roginho e Ernani, o aniversariante da tarde e presenteado com uma grande vitória verde e branca. Ele não jogou porque está contundido, mas deu um belo exemplo do que é fazer parte do grupo. Falo do goleiro titular Maicon, que estava lá gritando, orientando e torcento pelo time.
A arbitragem ficou a cargo do FÃO que comportou-se muito bem, sem nenhuma responsabilidade no placar. Atuação discreta e eficiente.
Gols: Marquinho (2), Teno (1) e Contra (1).
Destaque: Valtinho.

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