Pareceu que ia ser fácil. No primeiro minuto de jogo abrimos o placar com o Jaislon, em uma grande jogada do Marquinho que deixou o meia pifado, o qual invadiu a área batendo cruzado de canhota para abrir o escore. O impacto do gol deixou a boa equipe do Santo Expedito atordoada e o Hawai dominou com sobra as ações de meia cancha na etapa inicial, virando o jogo de um lado para o outro, com relativa facilidade, porém não tão efetivo como deve ser em uma partida de futebol, pois o resultado é definido por gols e não por volume de jogo.
Na metade da etapa inicial ampliamos o placar com o Marquinho, grande destaque do Hawai pela mobilidade rumo ao gol adversário, partindo pra cima da zaga e levando grande perigo.
E assim findou o primeiro tempo, com um domínio do Hawai que construiu um placar sorrateiro.
No intervalo foram feitas alterações de praxe. É verdade que o grupo estava reduzido em função do horário da partida que iniciou às 13h30m, tendo alguns desfalques consideráveis como: Maicon no gol e Zé Maria, ainda lesionados; Vítor e Mainar na defesa; Rato e Barão no meio-campo, o que sem dúvida reduziu a dimensão do grupo, fato sentido na segunda etapa.
A etapa complementar foi completamente diferente. O adversário mudou vários atletas e principalmente a postura, encurralando o time verde e branco no seu campo, virando a bola de um lado para o outro do campo e chegando com freqüência até a defesa da equipe Nortense com relativa facilidade. O Hawai recuou resumindo-se a esticar a bola para o Marquinho seu avante de velocidade, acompanhado pelo Peixe no ataque.
Nossa proposta não funcionou e fomos pressionados o segundo tempo inteiro e fosse o adversário mais incisivo teria virado o jogo.
Descontaram em uma falta frontal a dois passos do risco da grande área, onde o goleiro do Hawai, Aragonês, armou sua barreira e ficou atrás dela, sendo batido pelo cobrador da falta que inteligentemente colocou a bola por fora da barreira e de forma inapelável para o Hawai, face ao posicionamento equivocado de seu goleiro, tomava o primeiro gol, o que incendiou a valente equipe do Santo Expedito, que tanto insistiu, que em uma bola alçada para a área verde e branca achou o empate de cabeça, em uma jogada polêmica onde a defesa parou pedindo impedimento não dado pelo Fão, árbitro do cofronto, decretando números finais ao embate.
O Hawai foi a campo e empatou com: Aragonês, Mancha, Jaílson, Paulo Sérgio e Mateus; Fabio, Valtinho, Cezar e Jaislon; Teno e Marquinho.
Entraram ainda: Ernani, Roger, Peixe, Chico e Gago.
Gols: Jaislon e Marquinho.
Destaque: Marquinho.
Na metade da etapa inicial ampliamos o placar com o Marquinho, grande destaque do Hawai pela mobilidade rumo ao gol adversário, partindo pra cima da zaga e levando grande perigo.
E assim findou o primeiro tempo, com um domínio do Hawai que construiu um placar sorrateiro.
No intervalo foram feitas alterações de praxe. É verdade que o grupo estava reduzido em função do horário da partida que iniciou às 13h30m, tendo alguns desfalques consideráveis como: Maicon no gol e Zé Maria, ainda lesionados; Vítor e Mainar na defesa; Rato e Barão no meio-campo, o que sem dúvida reduziu a dimensão do grupo, fato sentido na segunda etapa.
A etapa complementar foi completamente diferente. O adversário mudou vários atletas e principalmente a postura, encurralando o time verde e branco no seu campo, virando a bola de um lado para o outro do campo e chegando com freqüência até a defesa da equipe Nortense com relativa facilidade. O Hawai recuou resumindo-se a esticar a bola para o Marquinho seu avante de velocidade, acompanhado pelo Peixe no ataque.
Nossa proposta não funcionou e fomos pressionados o segundo tempo inteiro e fosse o adversário mais incisivo teria virado o jogo.
Descontaram em uma falta frontal a dois passos do risco da grande área, onde o goleiro do Hawai, Aragonês, armou sua barreira e ficou atrás dela, sendo batido pelo cobrador da falta que inteligentemente colocou a bola por fora da barreira e de forma inapelável para o Hawai, face ao posicionamento equivocado de seu goleiro, tomava o primeiro gol, o que incendiou a valente equipe do Santo Expedito, que tanto insistiu, que em uma bola alçada para a área verde e branca achou o empate de cabeça, em uma jogada polêmica onde a defesa parou pedindo impedimento não dado pelo Fão, árbitro do cofronto, decretando números finais ao embate.
O Hawai foi a campo e empatou com: Aragonês, Mancha, Jaílson, Paulo Sérgio e Mateus; Fabio, Valtinho, Cezar e Jaislon; Teno e Marquinho.
Entraram ainda: Ernani, Roger, Peixe, Chico e Gago.
Gols: Jaislon e Marquinho.
Destaque: Marquinho.

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